OMS faz reunião sobre gripe suína
AE - Agencia Estado
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GENEBRA - A Organização Mundial da Saúde (OMS) fará uma reunião de emergência neste sábado para decidir se vai declarar emergência na saúde pública internacional por conta dos casos de gripe suína que matou dezenas de pessoas no México e deixou pelo menos sete doentes nos Estados Unidos. É a primeira vez que a diretora-geral da OMS, Margaret Chan, convoca um comitê de crise, desde que este tipo de iniciativa foi criada há dois anos, informou o porta-voz da entidade, Gregory Hartl.Chan disse hoje que a gripe suína tem potencial para tornar-se uma pandemia, mas que não é possível prever se e quando isso poderá ocorrer. O comitê deve decidir ainda hoje se o surto de gripe suína constitui uma emergência. Caso positivo, a OMS pode considerar medidas como alertas de viagens, restrições comerciais e fechamento de fronteiras. O nível do alerta global para pandemia de gripe está agora na fase três, o que significa que o risco de o vírus se espalhar de humanos para humanos é inexistente ou muito pequeno. O comitê decidirá se o alerta deverá ser elevado para nível quatro ou cinco, dependendo da avaliação sobre a disseminação do vírus, afirmou Hartl. Uma elevação no nível do alerta é provável, já que as evidências no México indicam que o vírus se espalhou entre as pessoas e não apenas de animais para pessoas.
quinta-feira, 30 de abril de 2009
a gripe suina
Surto de 2009
Mapa do surto de gripe suína no mundo.Em preto: Mortes confirmadas.Em vermelho: Infecções confirmadas.Em amarelo: Infecções não-confirmadas.
Ver artigo principal: Surto de gripe suína de 2009
Até 29/04/2009:
No México eleva-se a pelo menos 159 o número de mortes suspeitas pela gripe suína, enquanto o número de falecimentos confirmados pela doença, situa-se em 8.
Sessenta e cinco casos confirmados no Estados Unidos sendo que a primeira morte foi confirmada no dia 29/04/2009.
Casos foram confirmados na Europa:
Duas pessoas de nacionalidade espanhola com caso confirmado. A Espanha declarou cinquenta e nove casos suspeitos.
O Reino Unido confirmou a existência de cinco pessoas infectadas.
Foram registados casos suspeitos em França e Suiça.
Em sua escala de risco de pandemia, a Organização Mundial da Saúde aumentou o nível de alerta em relação à gripe suína de 4 para 5. Na escala, criada em 2005, o nível máximo é 6. O surto é o que teve maior classificação desde a criação da escala.
Mapa do surto de gripe suína no mundo.Em preto: Mortes confirmadas.Em vermelho: Infecções confirmadas.Em amarelo: Infecções não-confirmadas.
Ver artigo principal: Surto de gripe suína de 2009
Até 29/04/2009:
No México eleva-se a pelo menos 159 o número de mortes suspeitas pela gripe suína, enquanto o número de falecimentos confirmados pela doença, situa-se em 8.
Sessenta e cinco casos confirmados no Estados Unidos sendo que a primeira morte foi confirmada no dia 29/04/2009.
Casos foram confirmados na Europa:
Duas pessoas de nacionalidade espanhola com caso confirmado. A Espanha declarou cinquenta e nove casos suspeitos.
O Reino Unido confirmou a existência de cinco pessoas infectadas.
Foram registados casos suspeitos em França e Suiça.
Em sua escala de risco de pandemia, a Organização Mundial da Saúde aumentou o nível de alerta em relação à gripe suína de 4 para 5. Na escala, criada em 2005, o nível máximo é 6. O surto é o que teve maior classificação desde a criação da escala.
quinta-feira, 16 de abril de 2009
nutrição
A nutrição pode ser feita por via oral, ou seja, pela maneira natural do processo de alimentação, ou por um modo especial. No modo especial temos a nutrição enteral e a nutrição parenteral. A primeira ocorre quando o alimento é colocado diretamente em uma área do tubo digestivo (geralmente o estômago ou o jejuno) através de sondas que podem entrar pela narina ou boca ou por um orifício feito por cirurgia diretamente no abdômen do paciente, juntamente com outro orifício gastro-intestinal usado no processo digestivo. A nutrição parenteral é a que é feita quando o paciente é alimentado com preparados para administração diretamente na veia, não passando pelo tubo digestivo (como o soro nas veias, quando se está impossibilitado de ingerir alimentos via oral).
A boa nutrição depende de uma dieta regular e equilibrada - ou seja, é preciso fornecer às células do corpo não só a quantidade como também a variedade adequada de substâncias importantes para seu bom funcionamento. Os guias alimentares mais conhecidos são as pirâmides alimentares.
Todo ser vivo precisa se alimentar para sobreviver e se reproduzir. Mas, na espécie humana, a imensa capacidade de se adaptar a vários tipos de alimento - que faz do Homo sapiens a espécie de hábitos alimentares mais diversificados do planeta - foi fundamental para a sua evolução. Estudos indicam que um dos principais fatores que levaram nossos ancestrais a se distanciar da linhagem de seus parentes primatas foi a capacidade de se adaptar ao cardápio de diversos ambientes. Algumas teorias propõem, ainda, que o excepcional crescimento do nosso cérebro só se tornou possível graças à inclusão na dieta humana de alimentos protéicos e energéticos- particularmente, a carne. O uso do fogo também contribuiu para a evolução da espécie. Cozidos, os alimentos ficam mais fáceis de ser digeridos e, por consequência, a absorção dos nutrientes é maior.
A agricultura e a pecuária, iniciadas há cerca de 10 mil anos, aumentaram o poder do homem sobre a própria nutrição. Desde então, a descoberta dos condimentos, a adoção de técnicas para aumentar a produtividade agropecuária e o desenvolvimento de tecnologias de industrialização foram abrindo novas possibilidades de nutrição. Hoje, mesmo com a globalização e as facilidades de intercâmbio entre nações, cada povo guarda suas peculiaridades culinárias, segundo a disponibilidade dos ingredientes encontrados na região, mas também de acordo com seu modo de vida.
A boa nutrição depende de uma dieta regular e equilibrada - ou seja, é preciso fornecer às células do corpo não só a quantidade como também a variedade adequada de substâncias importantes para seu bom funcionamento. Os guias alimentares mais conhecidos são as pirâmides alimentares.
Todo ser vivo precisa se alimentar para sobreviver e se reproduzir. Mas, na espécie humana, a imensa capacidade de se adaptar a vários tipos de alimento - que faz do Homo sapiens a espécie de hábitos alimentares mais diversificados do planeta - foi fundamental para a sua evolução. Estudos indicam que um dos principais fatores que levaram nossos ancestrais a se distanciar da linhagem de seus parentes primatas foi a capacidade de se adaptar ao cardápio de diversos ambientes. Algumas teorias propõem, ainda, que o excepcional crescimento do nosso cérebro só se tornou possível graças à inclusão na dieta humana de alimentos protéicos e energéticos- particularmente, a carne. O uso do fogo também contribuiu para a evolução da espécie. Cozidos, os alimentos ficam mais fáceis de ser digeridos e, por consequência, a absorção dos nutrientes é maior.
A agricultura e a pecuária, iniciadas há cerca de 10 mil anos, aumentaram o poder do homem sobre a própria nutrição. Desde então, a descoberta dos condimentos, a adoção de técnicas para aumentar a produtividade agropecuária e o desenvolvimento de tecnologias de industrialização foram abrindo novas possibilidades de nutrição. Hoje, mesmo com a globalização e as facilidades de intercâmbio entre nações, cada povo guarda suas peculiaridades culinárias, segundo a disponibilidade dos ingredientes encontrados na região, mas também de acordo com seu modo de vida.
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